Porque minha empresa precisa de um servidor?

Tanto quanto a energia elétrica ou o telefone, a tecnologia da informação (TI) é um recurso essencial para qualquer empresa moderna, não importa seu tamanho. A grande maioria das  micros e pequenas empresas brasileiras usam ao menos um computador, e também elas têm acesso à internet. Não é surpresa, pois sem uma conexão à internet e um endereço de e-mail é muito mais difícil contatar clientes, fornecedores e até mesmo obter informações que podem ajudar a administrar o negócio.

Mas infelizmente, e com certa frequência, a TI é relegada a segundo plano. Isso porque com os altos custos de operação de uma micro ou pequena empresa, preocupada em contratar funcionários, pagar fornecedores, buscar novos clientes e enfrentar a burocracia, sobra pouco tempo e dinheiro para pensar em estruturas de rede, compartilhamento de arquivos e outros termos e técnicas que são desconhecidos ou até alienígenas para um pequeno empresário.

Nesse cenário, não é incomum observar a estrutura de TI de uma micro ou pequena empresa crescer na base do “puxadinho”: quando há necessidade ou sobra um pouco de dinheiro, adiciona-se um desktop aqui, uma impressora ali, estica-se um cabo de rede até lá e pronto. Entra em operação uma “autêntica” rede corporativa, sem grande investimento de tempo ou dinheiro. O problema é que uma estrutura como essa, sem planejamento, tem seus limites e pode literalmente ruir a qualquer momento.

Mas não precisa ser assim. Com um planejamento simples e investimento pequeno, é possível adotar um servidor e criar uma estrutura de TI muito mais sólida e preparada para o crescimento futuro. Basta uma máquina como o HP ProLiant, compacta, eficiente, expansível e de baixo custo.

ML 350A medida que a empresa cresce, cresce também a necessidade de investimento em TI. As informações precisam trafegar com agilidade entre os funcionários, estar sempre disponíveis e protegidas, tanto contra pessoas mal-intencionadas quanto contra infortúnios. Ignorar essas demandas pode resultar em perda de competitividade, de negócios e até mesmo, na pior das hipóteses, da capacidade operacional.

Em uma pequena empresa, a forma mais básica de montar uma rede corporativa é com conexão direta entre as máquinas disponíveis, conhecida como rede “peer-to-peer”, “ponto a ponto” ou P2P. Cada máquina compartilha um recurso, como uma pasta com arquivos ou uma impressora, com outras máquinas da rede, e pode acessar os recursos por elas compartilhadas.

O investimento inicial nessa solução é baixo – geralmente, tudo o que é necessário é um roteador, com ou sem fios. Sua implementação é rápida, não é necessário investimentos em software, já que os recursos de rede encontrados nos sistemas operacionais modernos são suficientes, e as necessidades básicas são atendidas: os computadores podem compartilhar arquivos, pastas, impressoras, discos e outros recursos.

Mas embora pareçam funcionar bem, as redes P2P têm várias fraquezas que podem amplificar exatamente os problemas que deveriam solucionar. Vamos conhecer melhor cada uma delas.

AGILIDADE

Com informações espalhadas por diversas máquinas, trabalhar com agilidade torna-se complicado. Imagine que você está elaborando uma brochura para um cliente e para isso precisa de imagens de um produto, de uma proposta comercial e de um parecer técnico. São três “pedaços” de informação que podem estar em PCs diferentes. Sendo assim, rastrear onde está cada um deles toma tempo.

E para complicar, a brochura será um quarto pedaço de informação, armazenando em mais uma máquina, tornando-se mais uma peça desse quebra cabeças. E reze para que todas as máquinas estejam ligadas, pois, do contrário, irá esbarrar na segunda fraqueza.

DISPONIBILIDADE

Em uma rede ponto a ponto (P2P), se uma das máquinas for desligada, todos os recursos compartilhados por ela ficam indisponíveis. Isso pode significar desde a impossibilidade de acessar a única impressora colorida da empresa até a incapacidade de enviar uma proposta de última hora a um cliente, pois as informações necessárias para formulá-la estão na máquina de um funcionário que já foi para casa.

A solução mais simples, deixar todas as máquinas (ou ao menos as mais importantes) sempre ligadas, obviamente não é viável sob o ponto de vista econômico: imagine a conta de luz no fim do mês.

Outro problema é que uma máquina com um recurso cobiçado, como a já citada impressora colorida ou o maior HD, pode sofrer o impacto dos acessos constantes a ele. Isto pode acarretar desde a demora na impressão de um documento (já que há outros documentos complexos  sendo processados e aguardando impressão) à queda de desempenho, prejudicando outras tarefas nas quais a máquina é usada.

SEGURANÇA

Uma rede P2P geralmente não tem o conceito de usuários e permissões de acesso. Isso significa que quarquer arquivo ou recurso compartilhado está igualmente disponível a todos os computadores conectados a essa rede: do PC do diretor ao notebook do fornecedor que pediu acesso ao Wi-Fi por alguns mintuos para baixar uma nova tabela de preços. É fácil imaginar os riscos aos quais a empresa fica exposta dessa forma – da exclusão acidental de arquivos por um funcionário distraído ao acesso não autorizado e vazamento de informações confidenciais.

Além disso, em uma rede P2P, é difícil criar uma boa rotina de backup. É necessário identificar quais arquivos devem ser inclusos n o backup e em que máquinas estão armazenados, e agendar o processo de forma que seja feito quando todas elas estiverem ligadas, e ainda assim sem afetar a produtividade. Nem sempre isso é possível, e o resultado são consecutivos backups “parciais” de várias partes da rede que, não raro, se mostram inúteis. O problema geralmente só é descoberto na hora mais crítica, depois que o PC do financeiro foi frito por um raio ou afetado por um vírus.

GERENCIAMENTO

Imagine uma pequena empresa com dez máquinas interligadas em uma rede P2P. Como certificar-se de que todas elas receberam as mais recentes atualizações do sistema operacional ou de uma solução antivírus? Como saber se todas estão corretamente inclusas na já mencionada rotina de backup? E se não há informações duplicadas, espalhadas por diferentes máquinas, o que pode causar desencontros e confusão entre os funcionários?

Sem falar que essas máquinas podem estar rodando sistemas operacionais e pacotes de software diferentes, o que dificulta ainda mais a tarefa. Você pode ter um software de backup maravilhoso, que dá conta dos dois PCs do comercial, mas ele de nada adianta se não consegue acessar e proteger os arquivos que estão no Mac da arte. Ficar de olho em uma dezena de máquinas é algo muito complexo, e que demanda muito tempo.

Por causa desses problemas, uma rede P2P é uma escolha pobre para qualquer empresa com planos de crescer. Muitas companhias pequenas – mas em crescimento – encontraram a melhor solução de longo prazo para suas necessidades de TI em um ambiente baseado em servidor, como o HP ProLiant. Projetado especificamente para as pequenas e microempresas, ele é a chave para eliminar as limitações que atrapalham o crescimento do seu negócio.

Responder